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Diabetes: saiba o que é: Tratamento e Prevenção.

    O termo diabetes vem do grego e significa sifão, um tubo em forma de "S" usado para fazer passar os líquidos de um nível para outro mais baixo. Esse objeto remete a um dos principais sintomas do diabetes: o aumento na frequencia e volume de urina (Poliúria). Lembrando que a maioria dos diabéticos não apresenta qualquer sintoma e, por se tratar de uma doença traiçoeira, suas complicações aparecem silenciosamente e podem ser detectadas tarde demais, se nada for feito.

Tipos de diabetes e suas causas
    O diabetes mellitus tipo I (5 a 10% dos casos) é mais comum entre crianças, adolescentes e adultos jovens. Esse tipo é conhecido também como insulino-dependente, ou seja, o corpo precisa de insulina de forma externa, sendo incapaz de produzir sua própria insulina através do pâncreas. Uma das causas é a autoimune, ou seja, o sistema imunológico do organismo “enxerga” o mal e passa a atacar as pancreáticas produtoras de insulina como se fosse um corpo estranho. Sem insulina, não há como a maior parte das células do organismo captar e utilizar a glicose, é como se ela fosse um porteiro que permite a entrada de açúcar nas células. Já o diabetes mellitus tipo II (85% a 90% dos casos) é mais frequente entre adultos de meia idade, mas, como está relacionado com o aumento de casos de obesidade e sobrepeso visto em todas as faixas etárias, tem sido cada vez mais comum entre  pacientes mais jovens. Tem alta relação com histórico familiar e acúmulo de gordura visceral (ao redor e no interior de órgãos como o fígado, por exemplo). Nesse tipo de diabetes, as células gordurosas produzem substâncias inflamatórias que dificultam a ação da insulina, ou seja, promovem uma resistência aos efeitos deste hormônio. Como a glicose não entra direito nas células, o organismo entende isso como um estado de jejum e induz órgãos como o fígado e os rins a produzirem e liberarem mais açúcar das reservas no sangue, processo chamado de Gliconeogênese, piorando ainda mais o quadro. Inicialmente o pâncreas até tenta compensar ao produzir mais insulina, porém com o tempo esse mecanismo pode se esgotar e a pessoa se torna dependente de insulina também.

Problemas de saúde decorrentes do diabetes
    Os altos níveis de glicose no sangue são tóxicos e prejudicam diversas células do organismo. Com os altos níveis de açúcar no sangue, as células do corpo, principalmente as células que são irrigadas através de pequenos vasos ou capilares, começam a sofrer com a falta de oxigênio (hipóxia) levando a morte celular. A falta de oxigenação afeta principalmente os rins, que diminuem a sua capacidade de filtração, podendo até parar o seu funcionamento (falência renal) e os olhos, que diminuem a capacidade de visão, podendo evoluir até para cegueira. Em virtude da falta de oxigenação das células, existe por consequência disso, uma dificuldade de cicatrização, que seguido de falta de sensibilidade (neuropatia) agrava muito cicatrização das feridas, quando não cuidadas e tratadas, podem aumentar gradativamente, evoluindo até para uma amputação do membro. Além disso, o diabetes é um dos principais responsáveis pelo aparecimento de aterosclerose, placas de gordura que se calcificam e acumulam na parede das artérias, provocando seu estreitamento e também o aumento de formação de coágulos na corrente sanguínea. Tudo isso somado pode levar a obstrução da passagem de sangue pelas artérias.

Por conta dos eventos citados, podem acontecer uma série de complicações devastadoras para todo o organismo, como:
-    Infarto agudo do miocárdio;
-    Acidente vascular cerebral (AVC ou “derrame”);
-    Insuficiência renal e necessidade de diálise;
-    Doença nas retinas e cegueira;
-    Insuficiência vascular em membros associada a neuropatia diabética, com perda de sensibilidade nas extremidades;
-    Piora nos processos de cicatrização;
-    Aumento no risco de úlceras;
-    Amputações de membros;
-    Impotência sexual, entre outras complicações.

Como prevenir a diabetes
    No caso diabetes tipo I, não existe nenhuma forma eficaz de evitar a doença. Aqui a prevenção é secundária, ou seja, tenta-se evitar que o portador da enfermidade desenvolva complicações decorrentes da doença com um controle glicêmico rigoroso por meio do uso de insulinas, readequação da dieta e atividades físicas.
    Quando o assunto é diabetes tipo II, o foco deve ser na perda de peso por meio de mudanças de estilo de vida, dieta, exercícios e, eventualmente, medicamentos para perda de peso. Isso por que a maioria dos diabéticos apresenta sobrepeso ou obesidade e, como dito acima, o acúmulo de gordura está diretamente relacionado ao surgimento do diabetes.

Tipos de tratamentos
    Seguir uma dieta com redução na quantidade de carboidratos simples e gorduras saturadas. Isso significa retirar açúcar refinado, frituras e refrigerantes do cardápio, além de dar uma segurada nas massas, pães, arroz, bebidas alcoólicas e doces. Praticar atividades físicas, tanto aeróbicas quanto de resistência muscular, também ajudam. No caso do diabetes tipo I, o tratamento com medicamentos é feito exclusivamente através do uso de insulinas de longa duração (para manter a glicemia controlada ao longo do dia) e de curta duração (que servem para baixar os níveis glicêmicos logo após a refeição). Já o tratamento do diabetes tipo II, usualmente, é feito com medicamentos orais. Na atualidade existem diversos tipos, que podem ser utilizadas isoladamente ou combinadas  e têm com diferentes mecanismos de ação. Esses medicamentos melhoram a secreção de insulina do pâncreas, reduzem a produção de açúcar do fígado, eliminam glicose através da urina, diminuem a resistência à insulina, dentre outros benefícios. É vital que o tratamento do diabetes seja sempre acompanhado pelo uso de medicamentos e comece cedo. Quanto mais precoce e mais intensivo, menores serão as chances de complicações futuras.

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